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05/05/16

CRTR-6ª REGIÃO É CONTRA

CRTR-6ª REGIÃO É CONTRA

 

 

 

 

 

 

 

 

CRTR-6ª REGIÃO É CONTRA A IMPLANTAÇÃO DE COMANDO REMOTO SIMULTÂNEO EM SUBSTITUIÇÃO AO PROFISSIONAL PRESENCIAL

 

            O Conselho Regional de Técnicos em Radiologia - 6ª Região, atento as novidades e inovações tecnólogicas, principlalmente, publicitadas por ocasião da JPR 2016, torna pública sua insatisfação e repúdio a que os profissionais das Técnicas Radiológicas podem ser afetados se a TECNOLOGIA: Primeira Sala de Comando Remoto para Ressonância Magnética venha a ser implantada nos serviços de saúde do Rio Grande do Sul e em âmbito nacional.

            O CRTR 6ª Região é contra tecnologias desta natureza que venham em desencontro as atividades dos profissionais das Técnicas Radiológicas em Ressonância Magnética que primam pela realização de exames de qualidade desde a apresentação ao usuário, passando pela escolha do protocolo e técnica adequada, através de um perfeito posicionamento do aparelho e funcional adequado do usuário ao aparelho, sem falar na supervisão de todo o procedimento, com vistas a oferecer segurança ao usuário e a equipe de trabalho.

            Uma tecnologia que visa a operação de múltiplas máquinas a apenas um pessoa, que por sua especificidade - à distância, dificultará a identificação e fiscalização do operador. Ressalta-se este procedimento a um efeito de produção em larga escala, onde o usuário não terá a mínima atenção aos preceitos técnicos e de segurança a que teria o direito individual e preciso do seu caso de estudo. Estamos falando em procedimentos de imagem diagnóstica fundamental ao conjunto de exames que deverão informar ao usuário seu estado de saúde.

            O advento e uso desta tecnologia, importando em um único operador para várias máquinas e em local distinto da realização do exame, não trará nenhuma evolução, mas sim um retrocesso as conquistas profissionais.

            Ressaltamos ainda uma grave preocupação, a da garantia da qualidade da realização do exame e, principalmente, se o operador possui a habilitação e o direito profissional regulamentado necessário à realização do trabalho. Esta, antes mesmo de ser uma questão trabalhista - profissional, é uma questão de respeito ao cidadão e a Saúde Pública de nosso país.

            Atenciosamente,

 

É O CRTR/RS JUNTO A VOCÊ